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Mais de 110 mil crianças e adolescentes de BH vivem em pobreza extrema

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15% das crianças e adolescentes não têm acesso à alimentação, remédio, roupa

Renata Evangelista, Hoje em Dia

Cerca de 15% das crianças e adolescentes da capital mineira não têm acesso à alimentação, remédio, roupa e vivem em condições de pobreza extrema. Esse dado faz parte do Diagnóstico da Criança e do Adolescente em Belo Horizonte, divulgado pela Secretaria Municipal de Políticas Sociais e do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA).

Quanto à educação, o levantamento revelou que 15,1% dos pesquisados abandonam a escola sem concluir o Ensino Médio, 11,3% não chegam a cursar a pré-escola e 8,7% sequer têm acesso à educação. Os dados mostram ainda que 4,2% das crianças e adolescentes da capital mineira convivem em ambiente familiar inadequado.

O diagnóstico traçou ainda a questão da violência e apontou que 6,7% dos menores de 21 anos sofrem violência física, 3,6% são violentados sexualmente e outros 2,8% são submetidos à violência psicológica. Um dado alarmante é que em 45,4% dos casos, a violência acontence dentro de casa, na maioria das vezes por mãe, pai, avós, madrastas e padrastos. Em seguida, vêm a creche e a escola, com 21,4% das agressões.
Os dados foram elaborados com base em pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Datasus, entre 1994 e 2010. De acordo com o levantamento, a população infanto-juvenil, com idade entre 0 a 21 anos, corresponde a 30,2% da população total de BH, com 718.361.

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